porcos

28 Alimentos com derivados suínos que você pode estar consumindo sem saber (o 25º é o pior)

Cuidado! Você pode estar sendo enganado!

Artigo Atualizado em 02/05/2022.

Que a indústria alimentar engana muita gente isso nós já sabíamos, mas chegar a esse ponto? Não dá para acreditar! Desde sobremesas “inocentes” a produtos de higiene pessoal todos estão contaminados com derivados suínos. Com certeza este artigo vai te fazer pensar duas vezes antes de comer ou usar estes produtos novamente. Alguns por alergia ou alguma restrição alimentar, outros por questões ideológicas e morais e ainda um último grupo composto por religiosos, como os judeus, muçulmanos e adventistas que optam por deixar essa carne de fora do prato podem estar comendo “derivados suínos” mesmo sem saber.

Embutidos e Carne Processada

Praticamente todos os embutidos tem alguma proporção de suínos, no mais improvável dos casos a possibilidade de haver subprodutos equinos não é assim tão pequena também. Na linguiça de frango na maioria das vezes a “tripa” também é suína. Os embutidos mais frequentemente “contaminados” são: linguiça, salsicha, presunto, mortadela, salame e chouriço (que geralmente já é de porco). É comum haver nos embutidos vestígios de órgãos diversos, como pulmões, rins, vísceras que ficam em contato direto com material fecal e até mesmo tumores dos animais. “Tudo é triturado, misturado e temperado para virar salsicha….

Churrasco

Você acha mesmo que as churrascarias, casas que vendem churrasco pronto e restaurantes vão ter uma churrasqueira exclusiva para carne bovina? Geralmente estas carnes são mescladas no mesmo espeto com carne suína, ou também podem estar localizadas em andares superiores dentro da churrasqueira, sendo então as carnes bovinas “contaminadas” por gotejamento  pelas carnes suínas.

Sanduíches

Você tem o costume de comer aquele sanduba na lanchonete da esquina? Cuidado! O seu sanduíche pode conter lascas de bacon, pois eles são preparados na mesma chapa onde foram fritos os produtos suínos e fatiados (queijo e embutidos) com as mesmas lâminas.

Massas

Quem não gosta de ravióli? E lasanha então nem se fala, não é verdade? Sim a lasanha, o ravióli e outras massas também estão na mira do biomédico e Nutricionista Jackson Dias. Se não foi você quem fez, então não arrisque comendo… Segundo os melhores culinaristas as melhores lasanhas e raviólis sempre possuem uma mistura de dois tipos de carnes, uma delas sempre é a suína, que confere o sabor marcante aos pratos.

Pão

Sim, a banha de porco também é utilizada na indústria de panificação. A explicação é simples, a banha assim como outras gorduras geram mais estabilidade ao pão, como: maior volume, melhor conservação, melhor aroma e sabor, melhor textura e acredite se quiser maior valor nutritivo. A banha adicionada a massa pode ser pura ou composta (80 % vegetal e 20% animal). Todos os tipos de pães estão passíveis deste uso (pão francês, bengala, integral, massas salgadas, doces, massas semi-doces, glacês e massas crocantes). Uma investigação pessoal conduzida pelo site luizmeira.com encontrou banha de porco na panificação de 50% das padarias que investigaram.

Pratos Compostos

Comum em restaurantes, festas e casamentos… este tipo de prato possui uma alta probabilidade de levarem porco em sua preparação. Entra nesta lista farofas, risotos, maionese, feijão, saladas, bife a rolê (nestes pratos geralmente ocorre adição de presunto, bacon picado, toucinho e banha), legumes cozidos e sopas frequentemente usam tempero com bacon em muitos restaurantes. A melhor solução é sempre perguntar antes de servir-se.

Queijos

Estima-se que o coalho de origem animal seja utilizado em 80% dos queijos fabricados no Brasil, e o coalho microbiano (geneticamente modificado) em cerca de 20% . O coalho que não deve ser confundido com coalhada, é formado por proteinases ou enzimas que quebram a proteína do leite (caseína), formando então o gel da coalhada na fabricação do queijo. Existem 6 tipos de enzimas capazes de coagular o leite, mas a mais utilizada no Brasil é a Pepsina Suína, pode haver ainda uma mistura entre a Pepsina Suína e a Pepsina Bovina. Hoje 99 % dos queijos fabricados no Brasil não apresentam nenhuma informação nos rótulos sobre a origem dos coagulantes ou coalhos usados na fabricação do queijo. Para uma leitura mais apurada sobre este assunto recomendo o livro Saúde Nua e Crua escrito pela pHd em Nutrição Márcia Vidoto, o livro contém um capítulo muito interessante sobre queijos e o uso de coagulantes de origem suína.

Cereal (sucrilhos), Marshmallow e Barras de Cereal

No texto abaixo temos a resposta de um e-mail enviado a Kellog’s sobre a presença de gelatina suína em seus produtos.

Gelatina (carne de porco/bovina) nos Produtos Kellogg

Obrigado por contactar a Companhia Kellogg sobre a gelatina que nós adicionamos a alguns de nossos produtos.
É com satisfação que fornecemos a você esta informação.
A gelatina é usada para auxiliar a textura do produto e é derivada tanto da carne bovina como da carne de porco.
Os cereais Kellogg’s(R) Frosted Mini-Wheats R) e Kellogg’s(R) Rice Krispies Treats(R) – de trigo e de arroz – contêm gelatina tipo B, que é derivada da carne bovina.
Toda vez que os ingredientes de marshmallow estiverem presentes em um tipo de cereal da Kellogg’s(R), o marshmallow contem a gelatina do tipo A, que é derivada da carne de porco.
As barras de cereais da Kellogg’s(R) Krave(TM) contêm também o tipo de gelatina A derivado das fontes da carne de porco. O tipo de gelatina B é derivado das fontes da carne bovina e encontrado na crosta de açúcar cristalizado de todas as variedades Kellogg(R) Frosted Pop-Tarts(R), Kellogg (R) Frosted Pop-Tarts(R) Snak-Stix(TM), todas as variedades de produtos Kellogg (R) Pop-Tarts(R) Pastry Swirls, e Kellogg’s(R) Nutri-Grain(R) Minis com iogurte e açúcar cristalizado.
Plain (sem o açúcar) Kellogg (R) Pop-Tarts(R) não contêm gelatina.
Nenhum dos equipamentos que têm contato com a gelatina nos produtos Kellogg(R) Frosted Pop-Tarts(R) é usado na produção de outras massas.
Kellogg’s(R) Rice Krispies Treats(R) Squares contêm gelatina do tipo A no marshmallow, que é derivado da carne de porco.
O amido de trigo “pré-gelatinizado” contido em algumas de nossas  massas tostadas é derivado do trigo e não contem nenhuma gelatina. A gordura vegetal somente é usada para produzir produtos Kellogg simples ou açucarados
(R) Pop-Tarts(R). Nenhuma gordura animal é usada.
Nós apreciamos seu interesse pelos nossos produtos e esperamos ter fornecido a informação que você necessita para fazer a escolha do alimento apropriado para sua família.
Sinceramente,

Ana Lara Departamento de Relações com o Consumidor
HR no NHS 25 a 27 abril de 2006 , Birmingham
(Extraído do site de Luiz Meira)

Iogurte, Patês, Pudins, Balas de Goma, Maria Mole e Mousse.

Há muitos produtos, afirma a especialista Florença Cladera, que contêm a gelatina suína como aditivo, realizando o papel de espessante, gelificante, estabilizante e emulsificante. “A gelatina está presente em diversos alimentos, como iogurtes, pudins, balas de goma, patês, maria mole e mousse. a Danone já revelou (confira neste vídeo) que usa gelatina suína em alguns de seus iogurtes. Em patês, manteigas e bombons ela pode aparecer como emulsificante.

Nota: O vídeo está em italiano, mas você pode usar o recurso do youtube para tradução automática para o português. Você pode adiantar o vídeo para até 4:10 e lá você verá que não somente a Danone já confessou usar gelatina suína em seu iogurte como marcas famosas de queijo, manteiga, mousse, sorvete e outros alimentos. O pesquisador que é entrevistado no vídeo é o famoso matemático Michel Van den Bergh, quando o jornalista o questiona o por que omitir a informação da gelatina suína dos alimentos ele fica sem palavras, mas deixa a entender que é para evitar problemas com minorias religiosas como judeus, muçulmanos e outros .

Banha

Como substituto do óleo, muitas empresas do ramo alimentício usa a banha, isso mesmo gordura suína. Ela é Muito utilizada em restaurantes comerciais e industriais assim como em alguns ambientes domésticos. A sua aplicação vai em quase todos os pratos. Por isso se vai comer fora de casa sempre pergunte qual a gordura utilizada na preparação do prato.

Fatiados

Espera aí que vou lavar as lâminas, limpar o balcão e lavar as facas para cortar o seu queijo… Claro que não amigo! Lembre que as lâminas nos estabelecimentos comerciais geralmente estão contaminadas com produtos suínos. E mesmo que não estivessem o coagulante do queijo provavelmente seja de origem suína. Então se você possui alguma restrição alimentar por questões religiosas, comer fatiados e frios talvez não seja a melhor opção.

CHOCOLATES

Quando trazem “gordura animal” entre os ingredientes estampados no rótulo, existe uma grande probabilidade de que esta “gordura animal” seja suína. Se não aparece nada no rótulo temos então um outro problema, pois desde abril de 2006, a maioria dos chocolates brasileiros passaram a possuir glicerol (adiante comentarei mais sobre glicerol). Sim você pode pensar “é só eu procurar glicerol no rótulo do alimento para saber se de fato há ou não glicerol no alimento”. É neste ponto que entramos em outra maratona. Eles fazem de tudo para dificultar esta descoberta e a indústria criou uma infinidade de “códigos” para dificultar que o consumidor descubra realmente o que está comendo. No caso do chocolate, geralmente o código apresentado pode se apresentar como,  E475 ou uma outra quantidade de “códigos” a se perder de vista. Para a lista completa de aditivos de origem animal acesse este link , você não vai acreditar.

Gelatinas

Gelatinas de forma geral são preparadas com raspas de couro animal, tendões e cartilagens também podem ser utilizados, na grande maioria dos casos usando suínos, como por exemplo os produtos “Otker”. A gelatina que aparentemente é tão inocente, esconde uma grande crueldade por trás dela. Acho que de todos os produtos ela é a mestre dos disfarces. Mortadelas, patês, linguiças e salsichas muitas vezes também podem receber a dita gelatina em suas composições. A regra é clara, tudo que aparece como gelatina no rótulo deve ser evitado. E infelizmente muitas indústrias escondem estas informações dos consumidores.

Goma de mascar

Sempre que você ler uma embalagem de goma de mascar e estiver escrito “goma base”, desconfie. Essa “goma base” é feita com derivados de gordura animal vindas dos matadouros. Geralmente o produto base utilizado é a pele do suíno. São pouquíssimas as marcas que dizem o que é a tal “goma base”. Pelo que consta, apenas os sabores tradicionais da marca Trident têm “goma base” de origem vegetal. Não entram aí os sabores com recheios, que contém sim restos e derivados de animais. Mas de qualquer forma não recomendamos nem os de origem vegetal, pois atrapalham o processo digestivo de nosso organismo.

Sorvetes

A maioria das empresas produzem a massa do sorvete com mais de 50% de gordura. Parte desta gordura pode ser suína. A composição dos sorvetes industrializados varia com o passar do tempo, com a oferta dos insumos, assim como os métodos de fabricação. Algumas marcas chegam a assegurar por um determinado período que não utilizam gordura suína. Um e-mail que circula na web diz “os sorvetes e picolés ao leite da Kibon levam em sua fabricação uma gelatina de origem suína. A única exceção é a linha Frutare”. Geralmente este tipo de informação também pode ser confirmada com uma ligação para o SAC da própria fabricante. Mas como citado anteriormente o uso da gelatina suína varia de acordo com a oferta e preço deste insumo e felizmente desde que a Kibon passou a incluir sorvetes veganos em seu portfólio ela também deixou de usar a gelatina suína, passando a gelatina bovina. Mas não se esqueça estamos falando apenas de uma única marca.

Batata Frita

A batata frita do Mc Donald’s é um produto químico, feita com 19 ingredientes, isso mesmo 19 ingredientes!!! E não é isenta de derivados animais. Nas fábricas, as batatas são descascadas, fatiadas, “branqueadas”, banhadas em molhos e fritas em óleo de canola, soja e soja hidrogenada. Depois são temperadas, recebem um jato de açúcar para ficarem crocantes, são congeladas com conservantes e levadas às franquias, onde são fritas novamente em óleo de canola, milho, soja e soja hidrogenado. O sabor é dado pelo saborizante natural de carne (eis a dúvida, qual tipo de carne?), trigo hidrolisado, leite hidrolisado e sal. Dois itens são derivados do petróleo, o TBHQ, um conservante cancerígeno, e o dimetil polissiloxano, um silicone usado para a fritura não espumar. Um açúcar, a dextrose dá a cor dourada. O ácido cítrico e o pirosfato ácido de sódio são usados como antioxidantes. Se a batata frita têm aroma de frango frito, então usaram frango, se tem um aroma de bacon, então usaram o porco… a regra não vale somente para as batatas do Mc Donald’s… valem para todas as grandes franquias!

Leite de Coco

Seguindo a mesma linha dos chocolates, recentemente os leites de coco vendidos nos supermercados também passaram a acrescentar o dito glicerol em suas formulações…. novamente é dificílimo descobrir quais marcas possuem o tal produto, mesmo em uma busca pelo google, dificilmente você obterá respostas. A marca que sei que de fato possuem derivados animal sem margem de dúvida é a Sócoco, segundo o site Judeu Kosher Map. Mas uma busca mais apurada revelará que muitas outras marcas também estão na lista negra. A identificação na Sococo foi feita pelo nome dos aditivos no rótulo que aparecem como INS 435 e INS 471 que possivelmente são de origem animal, mas a dúvida é realmente sanada no site KosherMap de que são suínos, visto uma vez que este leite de coco não é consumido pelos judeus pelo fato de ser classificado como não kosher (impuro).

Alimentos Vegetarianos Industrializados (Hot dogs/cahorros-quente e salsichas)

O estudo “THE HOT DOG REPORT” (Clear Labs), é simplesmente assustador, e nos mostra como a indústria alimentar é corrupta, enganosa e sem escrúpulos. O estudo encontrou DNA humano em 2% de todas as amostras vegetarianas analisadas, é mais provável que esse DNA encontrado seja oriundo de unhas quebradas e cabelos e mais raramente de acidentes como amputações de dedos ou esmagamento dos mesmos. Outra coisa chocante revelada foi que 3% dos cachorros quentes de frango ou peru, tinham apenas carne de porco, o que pode ser um problema para as pessoas que não consomem carne de porco por motivos religiosos ou ideológicos. Mas nenhum cachorro-quente com certificado Kosher (um certificado para judeus atestando que o alimento é livre de suínos e outros alimentos considerados impuros) continha carne suína.  Pessoas que não comem carne de porco devem querer ficar longe de cachorros-quentes e salsichas, e com um “pé atrás” com aqueles vendidos como vegetarianos/veganos já que algumas dessas marcas podem misturar produtos de carne de porco ou usar os mesmos equipamentos onde são processadas a carne de porco, visto que o estudo revelou que 10% das amostras vegetarianas continham carne de frango ou de porco. A maioria dos produtos vegetarianos tinham 2,5 vezes mais proteína do que diziam, mas isto parece não ser um problema. Das 21 fabricantes vegetarianas analisadas, 17 apresentaram problemas de higiene. Das 345 amostras analisadas, 10 amostras vegetarianas apresentaram carne de frango em sua composição; 09 amostras vegetarianas apresentaram carne de porco; 04 amostras vegetarianas apresentaram  carne bovina; 03 amostras vegetarianas apresentaram  carne de peru e 02 amostras vegetarianas apresentaram carne de cordeiro. Um relatório resumido pode ser encontrado no site “csmonitor”. O estudo da Clear Labs na época (2015), foi publicado em grandes jornais como o The New York Times mas no fim o estudo foi considerado sem evidências, com falhas metodológicas e até fraudulento por outras entidades. Finalmente o relatório original da Clear foi removido de sua página web. Teria sido ela comprada para remover o relatório e manter o silêncio ou foram as acusações de fraude que levaram a remoção do relatório?

Colágeno hirolisado, sucos e chás (como nutricosméticos)

– Tome colágeno é bom para as articulações, é bom para a pele… Provavelmente você já tenha ouvido este tipo de argumento, mas a verdade é que não precisamos comprar colágeno, não precisamos de pozinhos ou mesmo fórmulas mágicas para ter articulações fortes, pele jovem, bonita e saudável na grande maioria dos casos. Um bom aporte de vitamina C em nossas dietas (não entrarei nos aspectos bioquímicos) já é o suficiente para a formação do colágeno, ou seja uma dieta rica em frutas cítricas como kiwi, limão, laranja, abacaxi, morango, acerola entre outros é o suficiente. Outro alimento que estimula este processo de formação de colágeno é a aveia.

Mas afinal  de onde vem o colágeno? As principais fontes de colágeno são pele e carne de porco, couro e ossos bovinos. Lembro-me de outro dia estar com uma conhecida em uma loja de produtos naturais, e ela me perguntar se colágeno fazia bem… levei ela até o local onde o colágeno a granel estava exposto para venda e pedi que ela lê-se o que lá estava escrito, “COLÁGENO HIDROLISADO – COMPOSTO DE GELATINA SUÍNA E BOVINA”. De fato não existe “colágeno” (no rigor da palavra) de origem vegetal, mas alguns produtos podem ser utilizados como substitutos na cozinha por apresentarem um aspecto semelhante ao da gelatina ao liberarem um gel quando em contato com a água quente, como é o caso do ágar-agar e da goma xantana.

Cosméticos em Geral, Creme Dental e Sabonetes

Por ser não-tóxico, não-irritante, sem cheiro e sabor, o glicerol (um subproduto de insumos animais, muitas vezes suínos) tem sido aplicado como emoliente e umectante em pastas de dente (veja a seção sobre medicamentos), cremes de pele, loções pós-barba, desodorantes, batons e maquiagens.

Nota: Existe também glicerol de origem vegetal, mas a maioria das embalagens não específica a sua origem.

MEDICAMENTOS e FORMULAÇÕES BUCAIS

Como já vimos anteriormente a gelatina é feita de proteína derivada do osso, cartilagem, tendões e outros tecidos animais, tal como a pele do porco. Os outros mais comumente agentes derivados de animal (inclusive suíno) são a insulina, a heparina e os agentes hemostáticos, tais como fatores sanguíneos da coagulação e agentes tópicos. A maioria dos produtos de cuidados da saúde bucal é licenciada somente como “cosméticos”, os quais são testados com menos rigor do que os produtos farmacêuticos, embora, eles deveriam, ainda assim, serem rotulados com todos os ingredientes ativos e não-ativos. Os dentifrícios (tudo aquilo que é usado com uma escova nos dentes) encaixam nessa categoria. Alguns produtos de cuidados da saúde bucal são licenciados como produtos farmacológicos e, por isso eles são rotulados com todos os ingredientes – ativos e não-ativos, e isso, na verdade, proporciona a oportunidade de evitar por causa de certas restrições religiosas e de grupos étnicos.
Alguns enxaguatórios bucais contêm corantes que podem ser derivados animais […], o qual pode surgir objeções por motivos religiosos.
Alguns cremes dentais ou produtos de saúde bucal podem conter ‘glicerina’, sinteticamente manufaturada ou derivada de gordura animal (principalmente a suína) e isso não está incluído nos ingredientes. Tais produtos podem ser contra-indicados para uso por motivos religiosos ou culturais.
Algumas preparações de saliva artificial contêm mucina animal o qual pode ser inaceitável por motivos religiosos para alguns muçulmanos, hindus, judeus e rastafarianos.  Os produtos contendo carboximetilcelulose podem, nesse caso, ser preferidos.
Os produtos […] (além dos supracitados) que podem conter derivados animais incluem alguns analgésicos, antimicrobianos, enxertos ósseos, corantes dentríficos, cápsulas de drogas (a maioria das drogas capsuladas são fabricadas com gelatina), materiais hemostáticos, emulsificadores, cremes dentais, ceras, supositórios, anestésicos, xaropes, emolientes para cremes e pomadas, antibióticos e anti-sépticos, o nome glicerol também pode estar presente em diversas formulações.

Felizmente atualmente algumas indústrias farmacêuticas já começaram a produzir medicamentos veganos.

  • Jamais abandone uma medicação sem consulta prévia com o seu médico ou dentista, eles são os únicos profissionais habilitados para suspender ou trocar medicações. Caso você se enquadre em algum dos grupos citados que não ingerem carne e derivados suínos por “n” motivos discuta com seu médico ou dentista quais são os tratamentos alternativos frente a sua condição. Tenho certeza que ele lhe indicará o melhor caminho.

Conclusão

Inicialmente eu pensei em uma lista de 10 alimentos, mas a medida que eu ia pesquisando fui percebendo que essa lista ia aumentando cada vez mais, em certo momento desisti de contar e continuei simplesmente pesquisando, quanto mais pesquisava, mais indignado ficava, a lista parecia interminável… se de fato eu fosse colocar aqui tudo sobre esta temática o artigo ficaria demasiado extenso para leitura (e com certeza já está um pouco). Respondendo a uma pergunta que me fizeram nos comentários de que a indústria “não faz estas coisas e que tudo está bem especificado no rótulo“, só gostaria de lembrar que a indústria pode sim omitir ingredientes com a justificativa de “segredo industrial”, um exemplo bem claro disso está neste vídeo do portal de notícias Vista-se sobre a omissão de ingredientes nos produtos da marca “Miojo”, veja o vídeo AQUI. Creio que a informação principal já está abordada neste artigo. Caso tenha mais dúvidas não exite em me escrever.

Nota: Este artigo expressa unicamente a opinião do autor.

Fontes de pesquisas e ferramentas sobre a temática abordada:

Leia também: A Escola Adventista que Serviu Porco aos Alunos.

About Jackson

Jackson Dias, é biomédico com habilitação em naturopatia e nutricionista na Toxmed Diagnósticos. Ele ajuda pessoas a conquistarem um estilo de vida mais saudável e livre de doenças.

19 Comments

  1. Não sei nem como caí nesse artigo , mas pelamordedeus a maior idiotice que já li e perda de tempo. Baseado em quais pesquisas científicas esses argumentos ? Se todos estes alimentos estão “contaminados com carne suína” como diz o autor e todos são alimentos permitidos por orgãos como as SIF estaduais e federal, significa que as autoridades permitem que empresas nos infectem ? Há que mundo vc vive ! Quer divulgar incentivar vida saudável, incentive o consumo de alimentos orgânicos , mas afirmar que os alimentos industrializados são contaminados e permitidos pelos orgão reguladores, aí é demais.

    1. Não existe nem uma mentira neste artigo amigo, tenho todas as referências que desejar para fazer suas próprias pesquisas. Fico a disposição.

    2. É só você pesquisar os rótulos de tudo que é industrializado e verá que sua boca é a entrada do esgoto da indústria, que inocente e enganado você é.

      1. Obrigado pelo comentário e apoio Cláudio. Abraços!

  2. Concordo plenamente com toda postagem ..
    Deus abençoe e sei que tudo é para redução populacional…..
    Mais Deus è fiel nem todos entendem e nem compreendem pq não lêem e não buscam entendimento

    1. Obrigado por ter lido e pelo apoio. Abraços!

  3. Achei interessante! vou buscar mais informações sobre o assunto.

    1. Oii que bom que gostou! Realmente é um assunto bem interessante! Abraços!!!

  4. […] exemplo claro disso é no que um leitor (ou hater) comentou após a leitura do meu artigo 28 Alimentos e produtos com derivados suínos que você pode estar consumindo sem saber (o 25º é o… O comentário feito por este leitor pode ser verificado no rodapé do artigo […]

  5. Nossa, nenhum ponto abordado é baseado em artigos científicos, teses e dissertações, publicações de revistas científicas e estudos reais, e pra completar você trouxe como fonte um “blog pessoal”, sem contar em postagens de sites de com fontes duvidosas e portal de notícias… Estude a legislação de alimentos vigente no Brasil (MAPA, Anvisa, órgãos federais, estaduais e municipais), conheça um pouco sobre o Codex Alimentarius e depois refaça essa postagem, pois isso tudo é desinformação.

    1. Obrigado pelo comentário amigo, mas a postagem é apenas “opinião pessoal”, por isso dispenso neste artigo em especial outras referências. Não vejo também a necessidade de referência, pois no rótulo dos alimentos já está descrito a presença de derivados animais (infelizmente muitas vezes em uma linguagem não assimilável ao consumidor).
      Em relação ao Leite de Coco Sócoco e Sucrilho Kellog’s a informação pode ser obtida pelo SAC das respectivas empresas.

      Aqui está o trecho de um outro artigo (as referências em negrito podem ser obtidas no link abaixo)
      http://medlife7.com.br/index.php/2021/08/27/escola-adventista/

      “Balas são feitas de porcos.” Veja
      “Sabia que a gelatina da bala é de origem animal?” Revista Encontro
      “Os fabricantes extraem proteínas da pele e ossos dos animais (porcos) e o resultado viram balas simpáticas.” R7
      “As balas de gelatina são feitas de pele e cartilagem de porcos.” UOL
      “Você sabia que a bala de goma pode conter carne de porco?” Ciclo Vivo
      “A bala de gelatina é feita de cartilagem de porco.” UFMG
      “Brasileiros consomem gelatina de porco a mais de 20 anos.” Vegazeta

      Atenciosamente.

  6. Comida de verdade vem da terra, mercado só tem comida lixo para nos adoecer.. acredito em tudo foi dito nessa matéria.. tudo está contaminado pela carne suína..

    1. Olá Claúdia, isso é verdade comida de verdade é aquela que plantamos. Obrigado por seu comentário.

  7. Infelizmente encontramos muitos incautos que preferem refutar aquilo que contraria seu voraz apetite, não alcançam o tamanho do valor do “alerta”, mas, eu parabenizo o responsável pela postagem…, parece que somos uma “ilha” no meio de um mar de possibilidades…

    1. Obrigado pelo comentário Ari, fico feliz que pense assim.
      Abraços!

  8. Excelente trabalho você realizou amigo.
    Muitas pessoas serão beneficiadas por estas informações.

    1. Obrigado pelo comentário!

  9. Muito obrigada pela pesquisa eu já sabia sobre vários desses alimentos estarem contaminados, a lista só aumentou um pouco. Infelizmente é o mundo em que vivemos a indústria alimentícia só visa lucros. Eu particularmente não uso produtos industrializados, só arroz integral, feijão, frutas e verduras. Confesso que ainda tenho uma queda por chocolate meio amargo, mas evito bastante.

    1. Oi Paula, que bom que gostou do artigo. Já ouviu falar da alfarroba? Ela é considerada uma opção mais saudável ao chocolate, não contém cafeína ou teobromina.

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